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terça-feira, 18 de março de 2008

Cinema em Debate

Rola hoje, no Espaço Cultural CPFL, o debate sobre Perspectivas de mercado no cinema brasileiro, com  a cientista política Anita Simis; o cineasta Cláudio Assis, diretor do filme Amarelo Manga e Baixio das Bestas; e a atriz brasileira Maria Ribeiro, a Rosane de A Tropa de Elite.

Na semana que vem, no site do Espaço, as entrevistas com os participantes deste e do debate da quinta-feira passada.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Retrospectiva de Cinema CPFL 2007



Começa hoje a Retrospectiva de Cinema CPFL 2007, com curadoria do jornalista e teólogo João Nunes, no Espaço Cultural CPFL. São 24 filmes, 54 sessões, entre 3 e 20 de março - ou seja, vou ter o prazer de participar e curtir tudo. Haverá dois debates sobre cinema brasileiro em 13 e 18 de março, e teremos a oportunidade de entrevistar os participantes - só gente foda, fortemente envolvida na indústria - pensadores, cineastas, atores.

Enfim, tudo muito, muito legal. Vale a pena conferir se estiver passando por Campinas.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Marilyn-style

Apenas duas semanas após a estréia da exposição Marilyn - O Mito, com fotos de Bern Stern (na Galeria Estação, em São Paulo), a New York Magazine apresenta a chocante capa desta semana, com Bern Stern recriando a sua mais famosa série de fotos com Lindsay LohanAs fotos da LL são muito mais reveladoras do que as originais de Marilyn, claramente mostrando os seios da atriz, o que levou todo mundo a loucura.  Nós visitamos a exposição e é uma pena que eu não tenha tido tempo de sequer descarregar as fotos ainda. O interessante vai ser guardar o livro de Stern sobre Marilyn, com a NYMagazine da LL na mesma estante.Estranho mundo moderno.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Lázaro Ramos - Entrevista - Contigo!

Emmy Internacional


Lázaro Ramos - Um príncipe em NY


Por Vanessa Mael, de Nova York




Foto: Claudio Versiani

Indicado ao Emmy Internacional de Melhor Performance Masculina na Televisão com o personagem Foguinho, da novela Cobras e Lagartos (Globo), papel que lhe rendeu o Prêmio Contigo! de TV deste ano, Lázaro Ramos, 29, viajou para Nova York na semana passada. Ele perdeu a estatueta para os atores Jim Broadbent e Pierre Bokma, mas para participou da cerimônia de entrega do prêmio, na segunda-feira (19), de entrega da medalha do Emmy Internacional aos nomeados, que aconteceu no sábado (17), e, no domingo, (18) integrou um painel de discussão que apresentava o trabalho de todos os candidatos ao prêmio de Melhor Ator. Em meio a tantas atividades, ele falou à Contigo!.

Como você e a Taís Araújo (mulher dele) receberam sua nomeação ao Emmy?


Quando recebi um e-mail que dizia que meu nome havia sido enviado para participar da votação, já foi um momento de comemoração. Quando cheguei à final, já me senti vencedor. E a indicação é algo que acredito ser da Taís também. Afinal, ela também participou de Cobras & Lagartos e me ajudou demais a realizar esse trabalho. Quando saiu a nomeação, Taís comemorou comigo.

Aproveitou a viagem para fazer turismo?


Quem me dera! Se estou em Nova York por cinco dias é por causa da boa vontade do Wolf Maia (diretor da novela Duas Caras - na qual Lázaro interpreta Evilásio - que o liberou para a viagem).

Mas nem passeou um pouco?


Consegui ingressos para assistir ao espetáculo Fuerzabruta - do circuito off-Broadway e fui jantar. Também assisti a um show de uma banda desconhecida.

Acredita que a nomeação ao Emmy irá lhe abrir as portas para o cinema internacional?


Pode ser que sim. Mas não penso nisso hoje. Acredito que no Brasil ainda existe muito para ser explorado, principalmente nesta indústria. Tem muita coisa que eu quero fazer no país ainda, como trabalhar com o diretor Beto Brant e voltar a trabalhar com o diretor de Madame Satã, Karim Aïnouz. Seu útimo filme, O Céu de Suely, é lindo.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Espaço Cultural CPFL

Comecei, hoje, meu trabalho no Centro Cultural CPFL. Minha grande amiga Cárita trabalha no espaço desde sua criação, em 2003. Então, além de ser um projeto pra lá de legal - vou participar da criação do site novo, em inglês - vou estar perto de uma das pessoas que mais admiro na vida. Que delícia!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Volta à vida

É muito bom voltar à blogar. Quando isso acontece, é porque a vida está voltando ao normal e eu tenho um tempinho para respirar. Apesar de ter amado o projeto com a DIRECTV, eu simplesmente não vi absolutamente nada que aconteceu no mundo inteiro desde janeiro. Minha vida simplesmente parou, minha casa ficou abandonada, meu relacionamento foi deixado de lado e minhas amizades viraram lenda.

Agora, na minha última semana aqui, eu vejo quanta coisa legal eu posso fazer e que eu simplesmente estava perdendo. Eu estou reformando o apartamento inteiro de novo, voltei a ver o Roberto com mais frequência e falo com as minhas amigas (nem que seja pelo telefone), semanalmente. A Caror, que mora do ladinho de casa, eu consigo ver sempre.

Esta respirada é fundamental para mim. Eu acabei tirando absolutamente tudo de dentro de casa, comprando coisa nova, computador novo e, ao poucos, vou recolocando, mundando, adaptando. Isso é tão gostoso. Mudar o continho e sentir que tudo é novo.

Nas próximas semanas ainda tenho dois projetos de trabalho que preciso terminar e que vão sugar o meu tempo, com isso vai acabar que não vou conseguir passar algumas semanas em Montreal como eu queria. Mesmo assim, as viagens não param e as malas já estão prontas novamente.

A parte mais chata vai ser fazer aula de direção para, finalmente, fazer o exame de motorista. Nos últimos meses eu digo que não tenho tempo para isso, por causa do trabalho. Agora, eu não vou ter desculpa e vou ter que tirar um tempão para dirigir no Brooklyn e me acostumar com um carro novamente.

O legal é que, como é outono, todos os dias eu chego em casa e tem 200 episódios das novas (e velhas) séries me esperando. A coisa está tão boa este ano, que eu tive que fazer um schedule para não perder tudo que eu tenho que baixar.

Vou colar ele aqui: 

      Seg                 Ter         Qua                Qui          Sex              Dom























































How I Met Your Mother / CBS X Prison Break  / FOXCavemen / CBS Pushing Daisies / ABC X Back to You  / FOXMy Name is Earl / NBCWeeds / Showtime8:00pm
Aliens in America / CW X Big Bang Theory / CBS X Prison Break / Fox Carpoolers / CBSPushing Daisies / ABC30 Rock / NBC8:30pm
Heroes / NBC House / FOX X Reaper / CWBionic Woman / NBC X The Gossip Girl / CWThe Office / NBCFriday Night Lights / NBC X Women’s Murder Club / ABCFamily Guy  / FOX 9:00pm
Samantha Who / CBS X Heroes / NBCBionic Woman / NBC X The Gossip Girl / CWMen in Trees / ABC Californication / Showtime9:30pm
Dirty Sexy Money / ABC X Life / NBC Brothers & Sisters / ABC10:00pm
Entourage / HBO10:30pm











quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Retrospectiva II

No início do ano, quando eu já estava trabalhando em uma galeria de arte indiana como contadora (!!!), eu recebi o convite para fazer desenvolver um projeto para a DIRECTV. O projeto é complicado e divido é três etapas: três meses, um mês, três meses. A primeira (os primeiros três meses), foram dedicados à uma pesquisa extensa sobre o mercado brasileiro nos EUA, com ênfase no mercado consumidor e na oferta de televisão aqui.  Em junho, a DIRECTV lançou o sinal da Bandeirantes aqui pela primeira vez e com exclusividade. Dois canais foram lançados, Band News e Band Internacional. Então, a segunda e terceira etapa do projeto era gerenciar o lançamento destes dois canais, com foco em um trabalho extenso de fazer o brasileiro relembrar da Bandeirantes e introduzir a Band News (levando em consideração que mais da metado do público vive aqui há mais de cinco anos e não conhece a Band News).  Claro que eu aceitei o convite, já que, isso era mais um presente que um convite. Isso era minha tese de mestrado entregue de bandeja. Já que, ao invés de passar dois anos no mestrado enfiando dinheiro no cú do Dean para fazer alguma pesquisa, eu passei sete meses trampando, sendo paga e fazendo a mesma pesquisa. Agora, é entrar no mestrado com a pesquisa pronta, cumprir as matérias obrigatórias e sair com o diploma debaixo do braço e promessas de um salário melhor.  Tem que ser, pois em sete meses, trabalhei sozinha como uma cavala em um projeto gigantesco; muitas vezes sem descanso; muitas vezes até as 11 da noite, sem párar. Minha supervisora, não faz nem o que o cargo prevê: supervisionar. Não vou reclamar da mulher. Mas, ela tem problemas sérissímos de relacionamento.  Nesta terça-feira passada, entreguei minha carta de resignação do projeto (uma formalidade, já que, a partir de 10-01, o projeto está finalizado mesmo), e já estou partindo para outras. Feliz da vida.  Claro, agora eu tenho que montar um portifólio com tudo que foi feito neste tempo (believe me, é muito material), organizar a pesquisa, a execução do projeto, todos os relatórios, todos os clips, samples, tudo e, mandar ver. É uma das primeiras vezes na minha vida que eu me senti excited and challenged pelo meu trabalho. E sugada por ele.  Eu vivi eletrizada com 300 coisas acontecendo ao mesmo tempo, e o pico foi organizar a participação da DIRECTV no Brazilian Day de Nova York, que é um dos maiores festivais de rua do planeta, com mais de 1,5 milhão de visitantes. É de se emocionar quando você vê que o grupo de capoeira que você contratou é tão bom, que a quantidade de pessoas que ficam ao redor paralizaram a 6th Avenida, e as mais de 15 meninas contratadas para trabalhar na promoção, mandaram ver enquanto este povo estava babando no grupo. A idéia era atraír público para a área onde a DIRECTV estava, competindo com show do Bruno e Marrrone.  Enfim, cada um dos mini-projetos dentro do projeto principal me deram um prazer gigantesco em executá-los. Ok, eu não durmo mais sem remédio; ok, minhas costas estão regaçada; ok, eu to com o pulso fodido; e ok, não atendo telefone mais fora do meu horário de trabalho (meu celular virou artigo de decoração), mas o prazer de ver que você construiu algo é inigualável.  Agora, aproveito a última semana no trampo, me despeço dos bons amigos que eu fiz, e inicio novas coisas. Além de, claro, tirar férias, que eu não sou de ferro. Uma vez eu li uma matéria sobre  este novo tipo de comportamento que é deniminado BINGEWORK. É quando você trabalha por um período determinado do ano, sem fun nenhum, trampando mesmo, todos os dias, sem parar, com blackberry na mão durante a commute e tals.  Depois, nos outros meses você desliga total, tira férias longas e festeja punk. Sabe, viaja por quatro meses, bebe, se mata... Work hard/party hard kinda thing. Este ano de 2007 foi o ano que eu descobri o BINGEWORK. Depois de tudo isso, eu tenho dois ou três projetos que eu quero começar e concluir até novembro, e aí, só volto a trabalhar em fevereiro/março do ano que vem.  Neste período de três meses, eu vou dormir tudo que tenho vontade, ler tudo que tenho vontade, assistir tudo que quis asisstir e viajar pra caralho. Festejar, beber, comer. Enfim, dar sentido para a palavra bingework.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Retrospectiva

No início do ano, o jornal onde trabalhei desde 2005 fechou por falta de investidores. O Extra USA foi um dos únicos jornais brasileiros nos EUA que podem ser chamados de “jornal”. O único com redação com vários jornalistas, redator, editor; com produção massiva de notícia e contrato de distribuição até no Brasil; com projeto gráfico deslumbrante, que não aparentava ser um caderno de anúncios disfarçado de jornal como tantas outras publicações brasileiras nos EUA. Foi um choque para todo mundo e uma tristeza grande quando o jornal veio ao fim. Por dois anos, o Extra USA foi a minha casa. Trabalhar em algo que a gente acredita muda a vida de qualquer um. As amizades que fiz alí, carrego até hoje e, foi alí também que aprendi o sentido do que chamo de "vida sem vida". Trabalhar horas a fio, sete dias por semana, sem descanço, sem vida social, até a exaustão. Mas, sempre, com muito prazer. Sério, fazer o que se ama é uma coisa louca. Foi no Extra USA que eu tive a oportunidade de ver algumas das minhas matérias publicadas no Brasil, no Yahoo.com.br, no jornal Vale Paraíbano e no O Jornal do Norte. Foi lá que eu tive a oportunidade de entrevistar gente que eu amo e admiro o trabalho, como J.J. Abrams e Tim Robbins. Foi lá que eu desenvolvi um amor inexplicável por Newark – NJ, cobrindo o caderno de Cidades por mais de um ano. Entrevistei (exclusiva) o atual prefeito (aguarde, ele vai ser muito mais que isso nos próximos anos), Cory Booker. Também falei com o atual Chefe de Polícia, o português Anthony Campos (minha primeira entrevista no jornal em 2005), na época do desaparecimento da brasileira Carla Vicentini e entrevistei o Senador de New Jersey, Ronald Rice (na época, candidato à prefeitura de Newark). Quando acabou, é claro que me senti completamente desorientada. Eu sei que as chances de eu conseguir viver nos EUA, escrevendo em Português são mínimas. Eu sei que o Extra foi um dos únicos momentos em que pude voltar a exercitar o Português diariamente. Viver como freelancer não é a minha (eu escrevo, sim, mas eu amo meu dinheiro!), e qualquer uma das outras publicações brasileiras raramente podem ser levadas à sério – exceções existem, claro, o The National é um jornal legal.

Mas, só agora, no final de um novo ano eu pude enxergar que o cliché, “Tem coisas que vêm para o bem”, raras vezes, pode ser verdade. (Quem me conhece sabe que há muito meu lema é “Tem males que vêm para o mal”.)R.Gil* 2007 foi um ano que só pode ser categorizado como, DO CARALHO!


segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Antigravidade: Cultura Pop e Bom Humor

Hoje, tem texto meu no ótimo Antigravidade. A matéria fala sobre o Fall TV Preview organizado pelo Museu da Televisão e do Rádio de Nova York. Eu tive o prazer de passar minhas noites asssitindo aos pilotos que devem estreiar na TV na próxima temporada. O resultado, é um pequeno review do fantástico show Pushing Daisies da ABC.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

BrazilianDirect™

Esta semana a DIRECTV lançou o site atualizado com os novos pacotes de programação brasileira, BrazilianDirect™, que incluem os canais Band Internacional e Bandnews. O site está bonito e é bem bacana ver as fotos dos brasileiros lá. O endereço também é demais directv.com/brazilian.

No final das contas, foi uma semana bem movimentada, foi Media Week na agência, os jornais Brazilian Press e National foram convidados para apresentar as novidades e tendências do mercado brasileiro e a campanha de posters dentro de lojas e escolas brasileiras em NJ, NY e CT também teve início.

O lançamento oficial e com força total acontece em 1º de Setembro. Ou seja, desde que eu comecei a trabalhar neste projeto, são 5 meses desde do meu primeiro dia até o lançamento. No dia seguinte, 2 de Setembro, segue a continuação do evento com a participação da DIRECTV em massa na festa Brazilian Day in NY. São três tendas, dois representantes autorizandos, mais de 15 brasileiras que irão auxiliar na promoção, fora o pessoal da agência que vai tentar me dar uma força.

Imagine só como é que eu vou ficar para coordenar este pessoal todo, que vai estar distribuído em mais de 30 quadras em Manhattan, no meio de mais de 1.5 milhão de pessoas.

Estressa, eu? Não. Imagina!

gil.jpg

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Avaliação semestral

Então hoje foi o dia que eu recebi os resultados da minha avaliação semestral. Eu trouxe o documento para casa para minha mãe poder ler. Documento sim, é quase um livro. Eles avaliam desde a forma como eu me visto, sento, minha postura, a forma como eu falo, meu relacionamento com os colegas de trabalho, com os colegas da minha equipe de trabalho, com os colegas de outras áreas da empresa, a minha capacidade de prever o que o cliente vai falar (cara, de todas, esta é a campeã, juro!), etc, etc... Vocês precisavam ver a cara de pavor da minha mãe, notando que não só não tirei nenhum nota 10 em nenhum dos mais de 35 quesitos, como tirei vários 5 e 6! Ela desesperada, olha para mim e fala: "Pelo menos você tirou alguns 7 e 8!"  O engraçado é que ela quer me consolar: foi assar pão de queijo e tudo mais. Minha nota mais baixa? Parece até ironia: "communication skills".  Juro. Minha chefe gosta de tretar comigo falando que meu inglês é ruim. O resultado de tudo isso? Estou sendo mandada de volta para a faculdade. Começo Marketing no mês que vem na NYU.;-P

terça-feira, 10 de julho de 2007

Diário da Flip

A Cárita foi se diverter cobrindo a FLIP deste ano em Parati e está contando tudo em uma série de textos excelentes no “Diário” do Espaço Cultural CPFL. A garota é fera, durante meus anos de faculdade, foi ela que me fazia ter vontade de escrever, sempre mais.



Vá lá e confira tudo o que aconteceu nesta Flip!

terça-feira, 3 de julho de 2007

Destas coisinhas que me fazem feliz da vida...

Resolvi sentar aqui e escrever alguma coisa feliz como uma pessoa normal. Afinal, já tem um tempo que está quente lá fora e, com o verão, meu humor melhora 30%. Eu já não quero assassinar todas as pessoas do universo e o feriado de amanhã me deixou feliz da vida.  

Pois é disso que eu vou falar: as coisas que me fazem feliz da vida. Isso é raro, acontece uma vez na vida e nunca mais.




  




Amanhã é 4 de julho e, como todo mundo sabe, é o dia da comemoração da Independência norte-americana. Por conta disso tem feriado na quarta-feira, seguido de dia off que eu pedi, porque eu também sou filha de Deus. (Será?) Claro, na sexta eu estou de volta porque, apesar de filha de Deus (Hein?), eu sou pobre e tenho que trabalhar.  Resultado: semana curta, dois dias de folga e felicidade que não cabe em mim.  Quem vê até pensa que eu sou uma daquelas pessoas que não gosta de trabalhar, que são vagabundas, ou coisas do tipo. Este não é meu caso! O problema é que, em seis anos aqui, eu sempre trabalhei dentro da comunidade brasileira, sem nenhum direito. Neste tempo todo eu não tive direito a férias, feriado, final de semana, dia de folga, dia de doente, nada, nada...  Cada dia que eu não fui trabalhar foi descontado do meu salário. Quando você passa por uma situação destas e muda completamente para um emprego com direitos e benefícios, você é capaz de apreciar cada segundo de folga, cada segundo que foi perdido durante tanto tempo.  Agora, eu estou meio que deslumbrada com as maravilhas do mundo do trabalhador comum. Que folga! Os direitos são tantos e são tão apreciados por mim. Fazendo as contas nas pontas do lápis, minha responsabilidade aqui é gigantesca, mas os dias de folga, nada paga por isso. Claro que, eu tenho trabalhando tanto e tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu saio do trampo tarde, chego cedo e trabalho em casa, enquanto estou dormindo e sonhando com apresentações, canais, reuniões e listas de tarefas sem fim.  Para comemorar o dia de folga, ao invés de dormir o tempo todo como eu faço nos finais de semana, eu vou ao Six Flags. Mais importante que ir ao Six Flags é levar a mãe pela primeira vez em um parque de diversões que não seja o Playcenter na década de 80.  Encontrei um código de descontos do Six Flags online que acaba fazendo com que os tickets saiam por preços de banana. Além dos três de casa, vão a Caror e o Marco, lindos de carro (outra comodidade que eu desconheço e aprecio demais), nos dar carona as 8.30am.  O parque abre as 10.30am, o que me dá tempo de sobra para nos perder, nos encontrar, chegar, estacionar, fumar um cigarro com um coca bem gelada e sair correndo para as filas das montanhas-russas mais fodas.  Tem muito tempo que eu fui no Six Flags pela última vez. Tenho que me atualizar sobre as novas montanhas-russas e  ler sobre quem já morreu nelas. Eu sempre faço isso e evito aquelas com o índice de mortalidade mais alto.  É um assunto muito sério, que as pessoas geralmente ignoram. Eu tive uns 200 amigos que trabalharam dentro do Six Flags e as histórias daquele lugar (como as de qualquer outro parque que tenha montanhas-russas) não não muito boas.  Além disso o namorado é moça e fala que tem labirintite e não pode ir em brinquedo muito violento. Resta a Caror e o Marco para salvarem meu mundo de emoção.  Minha mãe vai se divertir no Splash e outros brinquedos para criança que, ela também, é cuzona. Eu vou fotografar tudo, ver os golfinhos, gritar nas monatanhas-russas e comer hamburguer de parque de diversão, que é sempre o melhor que tem.  Às 9pm tem show de fogos, algum babaca cantando e às 10.30pm a gente volta para o mato.  Eu estou tão feliz por não ter que trabalhar no dia seguinte, poder dormir até as 12pm e depois poder sair para ir na Universidade acertar detalhes que eu mal posso explicar.  Fora isso, tem mais duas ou três viagens chegando e isso me faz uma pessoa muito feliz! Até dezembro e o inverno chegar, claro.   ** Eu tenho que postar fotos dos meus moo cards. Eles vão fazer muito sucesso. Preciso fazer uma boa seleção para pedir para eles uma ordem completa. Esta primeira ordem de 10 cartões é para provar o serviço e ver como funciona.  ** A Hot Pocket (como diz o pai do namorado) está em promoção. Desta ferradas que eles fazem uma vez ao ano. Vale a pena entrar e varrer a loja comprando todos os action figures que existem online por $3. Napoleon Dynamite gigante? É aqui mesmo! ** Flórida, Porto Rico ou República Dominicana?  Saberemos quando eu voltar ao trampo na sexta-feira!

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Relacionamento Sério

Você descobre que o relacionamento está ficando sério quando você vê uma matéria da empresa na qual você trabalha no Washington Post e sente uma pitadinha de orgulho de fazer parte daquele grupo.
The Potholes of Multicultural Marketing

"We love the romantic pretense of a homogenous, melting-pot America. It makes us feel good, gives us a sense of nobility and brings closure to our well-documented history of discriminating against one another in every way that it is possible for humans to discriminate -- race, class, ethnicity, religion, gender, geography, sexual preference.

We've codified this politesse in various advertising campaigns, many of which follow a set formula -- a woman here, man there, black person there, Asian here, Latino there.






 





"Look," the advertisements seem to say. "We're being fair. We've included everybody. Buy from us."

But a new approach to marketing says that the seemingly inclusive ads are nonsense, poppycock, almost as offensive as the advertising campaigns of old that portrayed all wholesome families as white and all breadwinners as white men.

"It's what we call Multicultural Marketing 101," said Monique Tapie, communications director for Global Advertising Strategies, a New York-based firm specializing in ethnic marketing and other highly targeted marketing campaigns.

"Multicultural 101 assumes that all Asians are alike, that all African Americans are alike, that all Spanish-speaking people are alike, that we are all alike, which means that we're all mainstream," Tapie said, with "mainstream" still considered to be white.

Consider automotive advertisements on television that feature racially mixed occupants in a car or truck. The driver usually is white and male. When gender changes, the driver is white and female. Black or other vehicle occupants of color usually sit in the front passenger's seat, as in current advertisements for the Mitsubishi Lancer sports car. Or they sit in the rear. But they very seldom sit behind the wheel, in charge of the car.

To many blacks, especially to black men who want to be seen as leaders, those advertisements are turnoffs. Why? Because the ads place them in a symbolically subordinate, dependent position -- not good for people who have spent much of their lives trying to overcome the economic and psychological ravages of past discrimination.

Multicultural Marketing 101 does not understand such nuances, just as it does not understand the animus of many middle-class and upper-income blacks against advertising campaigns that seem to portray all black people as hip-hop artists or sports figures. It seems to think that all Asians are from Japan, China or Korea, and all Spanish-speaking people are from Mexico, and all Mexicans are alike.

Global Advertising employs what it says is a more sophisticated strategy, which relies on in-depth studies of cultural groups, the differences within those groups and how those differences might yield lucrative market segments.

Consider the South Asian population in the United States, which Tapie's company said "has developed into a sophisticated market that combines culturally unique and mainstream buying habits."

South Asians, primarily from India, tend to come to the United States with high levels of training in science and mathematics and computer literacy, according to about 800 interviews Global Advertising conducted in 2006. Their education and technical skills tend to place them in the upper-income brackets. They are substantially more comfortable getting their information online than they are through traditional mass media outlets, such as television and newspapers, Tapie said.

 That means a car company or any other retailer wanting to attract South Asian buyers must have a strong online presence, according to the Global Advertising survey. "The group's extensive use of online media for news and information . . . provides new opportunities for marketing professionals who can recognize product trends that run the gamut from financial services to telecommunications usage," the survey said.

But the move to targeted ethnic marketing also has a downside, particularly for old-line retailers long wedded to traditional mass-media marketing campaigns.

Consider the plight of the domestic automobile industry in attracting buyers who are recent immigrants to the United States. "People tend to stick with who they know," Tapie said.

In India, those people know Toyota, Honda and Mercedes-Benz much better than they know General Motors, Ford and Chrysler.

So, when they come to the United States, they already are predisposed to buy a Mercedes before a Cadillac, or a Honda before a Chevrolet, she said.

Converting those buyers to domestic brands is difficult, mostly because domestic car companies still rely on the buckshot approach to advertising -- sending out generic "buy me" television messages using Japanese Americans or Korean Americans to demonstrate "diversity," Tapie said.

Technically savvy buyers, such as those in the nation's South Asian population, now estimated to be 5 million people, "simply Tivo those ads" -- simply bypass them electronically -- and turn to the Internet, Tapie said.

 Ethnic marketing is not a matter of cynically exploiting racial, ethnic, class or other differences for profit, Tapie said, defending her company's marketing approach. "It's simply a recognition that differences exist, that America is composed of many cultures and that if you plan to sell to those cultures, you'd better try to do a better job of understanding them.""