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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Final de ano
Hospital, livro e filmes. Assim tem sido este final de ano. Sinusite, rinite e gripona estao me forcando a ficar trancada em casa com meu presente de Natal (um livro sobre Historia do Brasil) e meus filmes. Ja matei I'm Legend, com Will Smith; The Invasion, com Nicole Kidman e Daniel Craig; Then She Found me, com Helen Hunt e Colin Flirth; e Thank You For Smoking, com Aaron Eckhart. Isso sem contar em duas temporadas de Robot Chicken, a primeira de Mad Men, a quinta de Sopranos e Dr. Who.Mesmo que nao estivesse doente, e isso ou a micareta. 10 mil vezes a minha casa.
terça-feira, 3 de julho de 2007
Destas coisinhas que me fazem feliz da vida...
Resolvi sentar aqui e escrever alguma coisa feliz como uma pessoa normal. Afinal, já tem um tempo que está quente lá fora e, com o verão, meu humor melhora 30%. Eu já não quero assassinar todas as pessoas do universo e o feriado de amanhã me deixou feliz da vida.

Amanhã é 4 de julho e, como todo mundo sabe, é o dia da comemoração da Independência norte-americana. Por conta disso tem feriado na quarta-feira, seguido de dia off que eu pedi, porque eu também sou filha de Deus. (Será?) Claro, na sexta eu estou de volta porque, apesar de filha de Deus (Hein?), eu sou pobre e tenho que trabalhar. Resultado: semana curta, dois dias de folga e felicidade que não cabe em mim. Quem vê até pensa que eu sou uma daquelas pessoas que não gosta de trabalhar, que são vagabundas, ou coisas do tipo. Este não é meu caso! O problema é que, em seis anos aqui, eu sempre trabalhei dentro da comunidade brasileira, sem nenhum direito. Neste tempo todo eu não tive direito a férias, feriado, final de semana, dia de folga, dia de doente, nada, nada... Cada dia que eu não fui trabalhar foi descontado do meu salário. Quando você passa por uma situação destas e muda completamente para um emprego com direitos e benefícios, você é capaz de apreciar cada segundo de folga, cada segundo que foi perdido durante tanto tempo. Agora, eu estou meio que deslumbrada com as maravilhas do mundo do trabalhador comum. Que folga! Os direitos são tantos e são tão apreciados por mim. Fazendo as contas nas pontas do lápis, minha responsabilidade aqui é gigantesca, mas os dias de folga, nada paga por isso. Claro que, eu tenho trabalhando tanto e tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu saio do trampo tarde, chego cedo e trabalho em casa, enquanto estou dormindo e sonhando com apresentações, canais, reuniões e listas de tarefas sem fim. Para comemorar o dia de folga, ao invés de dormir o tempo todo como eu faço nos finais de semana, eu vou ao Six Flags. Mais importante que ir ao Six Flags é levar a mãe pela primeira vez em um parque de diversões que não seja o Playcenter na década de 80. Encontrei um código de descontos do Six Flags online que acaba fazendo com que os tickets saiam por preços de banana. Além dos três de casa, vão a Caror e o Marco, lindos de carro (outra comodidade que eu desconheço e aprecio demais), nos dar carona as 8.30am. O parque abre as 10.30am, o que me dá tempo de sobra para nos perder, nos encontrar, chegar, estacionar, fumar um cigarro com um coca bem gelada e sair correndo para as filas das montanhas-russas mais fodas. Tem muito tempo que eu fui no Six Flags pela última vez. Tenho que me atualizar sobre as novas montanhas-russas e ler sobre quem já morreu nelas. Eu sempre faço isso e evito aquelas com o índice de mortalidade mais alto. É um assunto muito sério, que as pessoas geralmente ignoram. Eu tive uns 200 amigos que trabalharam dentro do Six Flags e as histórias daquele lugar (como as de qualquer outro parque que tenha montanhas-russas) não não muito boas. Além disso o namorado é moça e fala que tem labirintite e não pode ir em brinquedo muito violento. Resta a Caror e o Marco para salvarem meu mundo de emoção. Minha mãe vai se divertir no Splash e outros brinquedos para criança que, ela também, é cuzona. Eu vou fotografar tudo, ver os golfinhos, gritar nas monatanhas-russas e comer hamburguer de parque de diversão, que é sempre o melhor que tem. Às 9pm tem show de fogos, algum babaca cantando e às 10.30pm a gente volta para o mato. Eu estou tão feliz por não ter que trabalhar no dia seguinte, poder dormir até as 12pm e depois poder sair para ir na Universidade acertar detalhes que eu mal posso explicar. Fora isso, tem mais duas ou três viagens chegando e isso me faz uma pessoa muito feliz! Até dezembro e o inverno chegar, claro. ** Eu tenho que postar fotos dos meus moo cards. Eles vão fazer muito sucesso. Preciso fazer uma boa seleção para pedir para eles uma ordem completa. Esta primeira ordem de 10 cartões é para provar o serviço e ver como funciona. ** A Hot Pocket (como diz o pai do namorado) está em promoção. Desta ferradas que eles fazem uma vez ao ano. Vale a pena entrar e varrer a loja comprando todos os action figures que existem online por $3. Napoleon Dynamite gigante? É aqui mesmo! ** Flórida, Porto Rico ou República Dominicana? Saberemos quando eu voltar ao trampo na sexta-feira!
Pois é disso que eu vou falar: as coisas que me fazem feliz da vida. Isso é raro, acontece uma vez na vida e nunca mais.
Amanhã é 4 de julho e, como todo mundo sabe, é o dia da comemoração da Independência norte-americana. Por conta disso tem feriado na quarta-feira, seguido de dia off que eu pedi, porque eu também sou filha de Deus. (Será?) Claro, na sexta eu estou de volta porque, apesar de filha de Deus (Hein?), eu sou pobre e tenho que trabalhar. Resultado: semana curta, dois dias de folga e felicidade que não cabe em mim. Quem vê até pensa que eu sou uma daquelas pessoas que não gosta de trabalhar, que são vagabundas, ou coisas do tipo. Este não é meu caso! O problema é que, em seis anos aqui, eu sempre trabalhei dentro da comunidade brasileira, sem nenhum direito. Neste tempo todo eu não tive direito a férias, feriado, final de semana, dia de folga, dia de doente, nada, nada... Cada dia que eu não fui trabalhar foi descontado do meu salário. Quando você passa por uma situação destas e muda completamente para um emprego com direitos e benefícios, você é capaz de apreciar cada segundo de folga, cada segundo que foi perdido durante tanto tempo. Agora, eu estou meio que deslumbrada com as maravilhas do mundo do trabalhador comum. Que folga! Os direitos são tantos e são tão apreciados por mim. Fazendo as contas nas pontas do lápis, minha responsabilidade aqui é gigantesca, mas os dias de folga, nada paga por isso. Claro que, eu tenho trabalhando tanto e tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu saio do trampo tarde, chego cedo e trabalho em casa, enquanto estou dormindo e sonhando com apresentações, canais, reuniões e listas de tarefas sem fim. Para comemorar o dia de folga, ao invés de dormir o tempo todo como eu faço nos finais de semana, eu vou ao Six Flags. Mais importante que ir ao Six Flags é levar a mãe pela primeira vez em um parque de diversões que não seja o Playcenter na década de 80. Encontrei um código de descontos do Six Flags online que acaba fazendo com que os tickets saiam por preços de banana. Além dos três de casa, vão a Caror e o Marco, lindos de carro (outra comodidade que eu desconheço e aprecio demais), nos dar carona as 8.30am. O parque abre as 10.30am, o que me dá tempo de sobra para nos perder, nos encontrar, chegar, estacionar, fumar um cigarro com um coca bem gelada e sair correndo para as filas das montanhas-russas mais fodas. Tem muito tempo que eu fui no Six Flags pela última vez. Tenho que me atualizar sobre as novas montanhas-russas e ler sobre quem já morreu nelas. Eu sempre faço isso e evito aquelas com o índice de mortalidade mais alto. É um assunto muito sério, que as pessoas geralmente ignoram. Eu tive uns 200 amigos que trabalharam dentro do Six Flags e as histórias daquele lugar (como as de qualquer outro parque que tenha montanhas-russas) não não muito boas. Além disso o namorado é moça e fala que tem labirintite e não pode ir em brinquedo muito violento. Resta a Caror e o Marco para salvarem meu mundo de emoção. Minha mãe vai se divertir no Splash e outros brinquedos para criança que, ela também, é cuzona. Eu vou fotografar tudo, ver os golfinhos, gritar nas monatanhas-russas e comer hamburguer de parque de diversão, que é sempre o melhor que tem. Às 9pm tem show de fogos, algum babaca cantando e às 10.30pm a gente volta para o mato. Eu estou tão feliz por não ter que trabalhar no dia seguinte, poder dormir até as 12pm e depois poder sair para ir na Universidade acertar detalhes que eu mal posso explicar. Fora isso, tem mais duas ou três viagens chegando e isso me faz uma pessoa muito feliz! Até dezembro e o inverno chegar, claro. ** Eu tenho que postar fotos dos meus moo cards. Eles vão fazer muito sucesso. Preciso fazer uma boa seleção para pedir para eles uma ordem completa. Esta primeira ordem de 10 cartões é para provar o serviço e ver como funciona. ** A Hot Pocket (como diz o pai do namorado) está em promoção. Desta ferradas que eles fazem uma vez ao ano. Vale a pena entrar e varrer a loja comprando todos os action figures que existem online por $3. Napoleon Dynamite gigante? É aqui mesmo! ** Flórida, Porto Rico ou República Dominicana? Saberemos quando eu voltar ao trampo na sexta-feira!
domingo, 17 de dezembro de 2006
Austin, TX já
South by SouthwestMarch 9, 2007 to March 18, 2007Talented, filmmakers, musicians and multi-media artists from around the world gather to showcase music, film and interactive.
Star of Texas Fair & RodeoMarch 9, 2007 to March 24, 2007Austin goes cowboy as PCRA competitors hit the arena and area students exhibit prize livestock. Headline entertainment rocks the arena after the rodeo events.
Tapestry Dance Company: The Souls of Our FeetMarch 9, 2007 to March 11, 2007This fast paced collection of footwork restages the best of rhythm tap masterpieces from Fred Astaire and Eleanor Powell to The Nicholas Brothers as well as contemporary works of living masters. Led by the live jazz music of the Eddy Hobizal Jazz Trio, this one-of-a-kind concert brings swingin’ jazz and 18 feet keeping time to the pulse of this wonderful and indigenous American artform; a celebration of rhythm at its best.
The Austin Symphony presents Don McLeanMarch 17, 2007Known for such hits as "Vincent (Starry, Starry Night)" and "American Pie," Don McLean has been hailed as "the voice of the century" by such artists as Buddy Holly and Roy Orbison. As one of the most renowned singer/songwriters of our time, McLean's music influenced generations of future performers. He again achieved chart-topping recognition when "American Pie" was voted number 5 in a poll of the 365 "Songs of the Century" compiled by the Recording Industry Association of America and the National Endowment for the Arts.
Star of Texas Fair & RodeoMarch 9, 2007 to March 24, 2007Austin goes cowboy as PCRA competitors hit the arena and area students exhibit prize livestock. Headline entertainment rocks the arena after the rodeo events.
Tapestry Dance Company: The Souls of Our FeetMarch 9, 2007 to March 11, 2007This fast paced collection of footwork restages the best of rhythm tap masterpieces from Fred Astaire and Eleanor Powell to The Nicholas Brothers as well as contemporary works of living masters. Led by the live jazz music of the Eddy Hobizal Jazz Trio, this one-of-a-kind concert brings swingin’ jazz and 18 feet keeping time to the pulse of this wonderful and indigenous American artform; a celebration of rhythm at its best.
The Austin Symphony presents Don McLeanMarch 17, 2007Known for such hits as "Vincent (Starry, Starry Night)" and "American Pie," Don McLean has been hailed as "the voice of the century" by such artists as Buddy Holly and Roy Orbison. As one of the most renowned singer/songwriters of our time, McLean's music influenced generations of future performers. He again achieved chart-topping recognition when "American Pie" was voted number 5 in a poll of the 365 "Songs of the Century" compiled by the Recording Industry Association of America and the National Endowment for the Arts.
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